Interesses de pesquisa:
• Fatores que regulam o crescimento da mandíbula
• Indução óssea
• Terapia com aparelhos funcionais: pesquisas experimentais e clínicas
• Pesquisas clínicas pseudoclasse III
Últimas publicações: Artigos em Revistas Acadêmicas
1. Chin A., Y. Yang, Chai L., Wong RWK e Rabie ABM, Effects of medicinal herb Salvia miltiorrhiza in osteoblastic cells in vitro, Journal of Orthopaedic Research, 2011, 29: 1059-1063.
2. Ting TY, Rabie ABM e Wong RWK, Analysis of genetic polymorphisms in skeletal Class 1 crowding, Am J Orthod Dentofacial Orthop. Julho de 2011: 140 (1): e9-15, 2011.
3. Anthonappa RP, King NM, Rabie ABM e Mallineni SK, Reliability of panoramic radiographs to identify supernumerary teeth in children, Int J Paediatr Dent, julho de 2011.
4. Wu A., McGrath CPJ, Wong RWK, Rabie ABM e Wiechmann D., Comparison of oral impacts experienced by patients treated with lip or customized lingual orthodontic appliances fixed, Am J Orthod Dentofacial Orthop. Junho de 2011; 1396 (6) :784-90, de 2011.
5. Lee W., Wong RWK e Rabie ABM, Joint Membership in Orthodontics examination of the Royal College of Surgeons of Edinburgh and the College of Dental Surgeons of Hong Kong Gold Medal 2007- Report of two cases Journal of Orthodontics, 2011, 38:113 -123.
6. DJ O'Connor, Wong RWK e Rabie ABM, Resveratrol inhibits periodontal pathogens in vitro, Phytother Res 2011 25 de abril de 2011.
7. Albaker BK, Wong RWK e Rabie ABM, A comparative study of changes dentoskeletal Herbst treatment between different groups based on skeletal maturity Cervical Vertebral Maturation. APOS Trend, Journal of the Asian Pacific Orthodontic Society, 2011, Vol.2, No.l.
8. BKM Chan, Wong RWK e Rabie ABM, In vivo production of pieces of mineralized tissue for clinical use - a qualitative pilot study with the use of human dental pulp cells, International Journal of Oral & Maxillofacial Surgery, 2011, 40: 612-620.
9. Wong RWK e Rabie ABM, Effect of Psoralen bone formation, Journal of Research Ortopedica, 2011, 29:158-164.
10. Austin DF, Chaiyongsirisern A., Y. Yang, Wong RWK e Rabie ABM, a protocol for improved stability with the Herbst appliance treatment for adults, Progress in Orthodontics, Mediterranean Journal of Orthodontics, 2010, 11:151-156.
Prêmios e títulos:
• Tan YY, Yang Y., Chai L, Wong RWK e Rabie ABM, Prêmio pelo Pôster Effects of Vascular Endothelial Growth Factor (VEGF) in osteoblastic cells in vitro, Houston – 86º Congresso da Sociedade Europeia de Ortodontia, Portoroz, Eslovênia, de 15 a 19 de junho de 2010.
• Yang Y., Chin A., Tan YY, Chai L, Wong RWK e Rabie ABM, Effects of VEGF and herbal medicine SM on bone cells, Prêmio de menção honrosa pela apresentação de pôster na Exposição Internacional de Hong Kong (Simpósio HKIDEAS), Hong Kong, de 18 a 20 de junho de 2010.
• Chen K., Wong RWK e Rabie ABM, Título: LEPR is a predisposing factor for mandibular retrognathia, Apresentação Oral de Excelência da Association for the Study and SNP Animal GSK (Júnior). Premiado pelas Sessões Científicas Conjuntas de 2009, Universidade de Hong Kong – Universidade de Peking – Faculdade de Estomatologia, de 16 a 17 de novembro de 2009, 2009.
• Lee TCK, Rabie ABM, Wong RWK e McGrath CPJ, Perceptions of patients about microimplant as anchorage in orthodontics – Prêmio de Pôster de Destaque. Segunda Conferência Internacional de Odontologia Avançada com Base em Evidências, Congresso Conjunto de 2007. Hong Kong, China, de 16 a 19 de novembro de 2007.
Membro de corpo editorial:
1.Rabie ABM, Membro do Conselho Editorial, Egyptian Journal of Oral and Maxillofacial Surgery, 2009.
2. Rabie ABM, Bone induction in Dentistry, 31 Congresso Odontológico da Ásia Pacífico, Hong Kong, 2009.
3. Rabie ABM, Membro do Conselho Editorial, International Journal of Dentistry, 2008.
4. Rabie ABM, Membro do Conselho Editorial, International Journal of Oral Science, 2008.
5. Rabie ABM, Membro do Conselho Editorial, The Open Dentistry Journal, 2007.
Título da apresentação e breve resumo:
em breve
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• Graduado pela UFMG
• Mestre em Ortodontia e Ortopedia Facial pela PUC-MG
• Doutorando em Radiologia pela UNICAMP
• Post-Doc da Universidade de Michigan – Departamento de Ortodontia e Pediatria
• Autor de artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais
• Revisor de periódicos internacionais (Angle Orthodontist, European Journal of
• Orthodontics, Dento Maxilo Facial Radiology, Indian Journal of Dental Research entre outros)
• Autor de diversos capitulos de livros.
• Palestrante no último congresso da Associaçao Americana de Ortodontia em Chicago
• Palestras na Alemanha,Italia,Espanha, França, México e Estados Unidos.
• Diretor da COMPASS 3D
Título da apresentação e breve resumo:
Diagnóstico e Tratamento Tridimensional. O futuro da Ortodontia Guiada.
A documentação Ortodontica e Ortopédica Funcional tem, há décadas, sido composta de fotografias, radiografias e modelos de gesso, desconstruindo o paciente em auxiliares de diagnostico com diferentes graus de distorção e ampliação, de forma a descrever as maloclusões no seu aspecto facial, esquelético e oclusal.
Combinando a tomografia computadorizada com fotografias 3D e modelos 3D digitais, temos pela primeira vez, todas as informações de diagnóstico reunidas em um único software com medidas livres de distorção ou ampliação.
Neste ambiente virtual, diferentes opções de tratamento podem ser simuladas e até mesmo aparelhos podem ser prototipados para transportar o planejamento para a clínica com grande precisão.
Objetivo:
- Discutir a indicação e limitação dos diferentes auxiliares de diagnostico tri-dimensional (Fotografias 3D, Modelos Digitais, Tomografia Computadorizada) disponíveis hoje na Ortodontia e na Ortopedia Funcional dos Maxilares.
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Em breve!
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• Curso de Pós-Graduação em Ortopedia Funcional dos Maxilares no ano de 1978, pela Sociedade Paulista de Ortodontia, ministrado pela Profª. Dra. Wilma Alexandre Simões.
• Membro do Club Internacional de Reabilitação Neuro-Oclusal – CIRNO - 1977- Espanha.
• Diretor do Departamento de Ortopedia Funcional dos Maxilares na SPO 81/ 82.
• Responsável pela coluna de OFM no Jornal da Sociedade Paulista de Ortodontia de 1994 a 2001.
• Agraciado com o Diploma e Medalha de Mérito em Ortopedia Funcional dos Maxilares "Prof. Dr. Artur do Prado Dantas"- 1998 - conferido pela Sociedade Paulista de Ortodontia e Ortopedia Facial.
• Membro fundador da Academia Ibero Latino-Americana de Disfunción Craneomandibular y Dolor Oro Facial - AILDC.
• Membro Fundador e Presidente da Academia Brasileira de Fisiopatologia Crânio-Oro-Cervical - ABFCOC. Gestão 1997/1998.
• Ex- Diretor executivo e administrativo da ABFCOC.
• Homenageado Especial da 6ª. Reunião Científica Anual da ABFCOC - Pernambuco – 1999.
• Certificado e Troféu "Reconhecimento", conferido pela Academia Ibero Latino- Americana de Disfunción Craneomandibular y Dolor Facial - AILDC.
• Título Honorífico de "Reconhecimento" outorgado pela Academia Brasileira de Fisiopatologia Crânio-Oro-Cervical - ABFCOC.
• Agraciado com o Troféu "Sobrakito", conferido pela Sociedade Brasileira de Correções Odonto-Maxilares do Rio Grande do Sul.
• Agraciado com o diploma e Medalha Honra ao Mérito em Ortopedia Funcional dos Maxilares " Dr. Luiz César Pannain", outorgado pelo Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo - 2011
• Presidente de Honra do 4º Simpósio Internacional de Ortodontia e Ortopedia Facial - Sobracom - Rio Grande do Sul – 1999.
• Presidente do I Congresso Internacional de Ortopedia Funcional dos Maxilares – SPO – SP – 2004.
• Presidente do Grupo de Entidades Representativas da Ortopedia no Brasil – GOB – 1995/2001.
• Primeiro Presidente e Fundador da Confederação Brasileira de Ortopedia Funcional dos Maxilares – CBOFM. Gestão 2002/2008.
• Autor do Capítulo "Abrangências e Limitações da Ortopedia Funcional dos Maxilares", no livro do 12º Congresso de Ortodontia e Ortopedia Facial - "Uma nova visão da Ortodontia e Ortopedia Facial", Ed. Santos.
• Autor do capítulo "Tratamento das disto - oclusões com OFM", no livro do 13ºCongresso de Ortodontia e Ortopedia Funcional dos Maxilares - Ed. Santos.
• Autor do Capítulo "Construção do Aparelho Ortopédico Funcional" no livro do 21º Congresso Internacional de Odontologia - APCD - São Paulo - Ed. Artes Médicas.
• Autor do capítulo " Casuística em OFM" no Livro " Ortopedia Funcional dos maxilares vista através da RNO", de autoria da Prof. Wilma Alexandre Simões. Ed. Artes médicas.
• Professor Coordenador do Curso de Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares da EAP-ABO-DF - Escola de Aperfeiçoamento Profissional da Associação Brasileira de Odontologia de Brasília – Distrito Federal.
• Professor convidado da SPO – Sociedade Paulista de Ortodontia.
• Professor convidado do Curso de Especialização em OFM da UNISA.
• Professor convidado do Curso de Especialização em OFM da ABO-SP.
• Supervisor clínico do curso de Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares - Sociedade Brasileira de Correções Odontomaxilares - RS.
• Ex-Presidente da Confederação Brasileira de Ortopedia Funcional dos maxilares – CBOFM
• Presidente do V Congresso Internacional de Ortopedia Funcional dos Maxilares realizado pela CBOFM – Rio Quente Resorts – Goiás – 2011.
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• Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares - CFO
• Professor Coordenador do Curso de Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares na Uniararas e na APCD - Jardim Paulista
• Mestre em Patofisiologia de Órgãos e Sistemas (Unimes)
• Doutos em Biologia Bucodental - Linha de Pesquisa: Eletromiografia (FOP/Unicamp)
• Presidente da Confederação Brasileira de Ortopedia Funcional dos Maxilares (CBOFM)
• Ex-Presidente da Academia Brasileira de Fisiopatologia Crânio-Oro-Cervical (ABFCOC)
• Diretor Científico da Sociedade Paulista de Ortodontia (SPO)
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• Faculdade de Pedagogia (Universidad El Salvador).
• Professora de Pós Graduação, especialidade de Ortodôncia (Universidade de Maimonides).
• Professora do Departamento de Oclusão IV (Universidad del Salvador)
• Titular da Disciplina de Ensino de Disfunção temporomandibular na Universidad del Salvador.
• Membro da Sociedade Argentina de Ortodôncia.
• Membro da Associação Dental Argentina.
• Membro da Associação Ortopedia Funcional dos Maxilares.
• Member of the International Association for the Study of Pain. Special Interest Grups: Orofacial Pain
Membro da Comissão Diretiva da AAED (Associação Argentina para o Estudo da Dor), Capítulo Argentino da IASP (International Association for the Study of Pain)
Título da apresentação e breve resumo: Dor e Disfunção Temperomandibular
A dor orofacial refere-se à dor associada aos tecidos moles e duros da cabeça, face e pescoço. Esses tecidos, sejam pele, vasos sanguíneos, dentes, glândulas ou músculos, enviam impulsos por meio do nervo trigêmeo, os quais são interpretados como dor pelos circuitos do cérebro que são os primeiros responsáveis por processar esse comportamento complexo. Patologias como: Dores de cabeça, dores neurogênicas, dores músculo esqueletais e dores psicofisiológicas, além do câncer, infecção, fenômenos autoimunes e traumatismos, representam a gama de diagnósticos que compreende a dor Orofacial.
O enorme potencial da dor que vai desde os lugares receptivos do trigêmeo e a sua zona de influência, explica o porquê da avaliação e o manejo da dor Orofacial requer a colaboração de todas as especialidades da medicina. Especialmente, os Transtornos Temporomandibulares estão entre as síndromes mais frequentes da população em geral.
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• Graduado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de São José dos Campos, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 1978.
• Doutor em Anatomia Funcional: Estrutura e Ultraestrutura, pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, USP, 1998.
• Especialista em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial pela Escola de Aperfeiçoamento Profissional da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Paulo, APCD, 1980.
• Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares pelo Conselho Federal de Odontologia, CFO, 2003.
• Professor do Curso de Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares, vista através da Reabilitação Neurooclusal na Escola de Aperfeiçoamento Profissional da Associação dos Cirurgiões Dentistas de Campinas, ACDC.
• Membro Ativo da Academia Ibero-Latinoamericana de Disfunción Craniomandibular y Dolor Facial, AILDC.
• Membro Ativo da Academia Brasileira de Fisiopatologia Cranio-oro-cervical, ABFCOC.
Título da apresentação e breve resumo:
Anatomofisiologia do Aparelho Respiratório e suas correlações com o Sistema Estomatognático.
A importância do Aparelho Respiratório é colocada na maioria das vezes pelo cirurgião-dentista em segundo plano, e com isso pode-se levar a insucessos de tratamentos corretivos além de agravar problemas posturais, desequilíbrios miofuncionais e articulares. Será feita uma revisão anatômica e funcional destas estruturas, discorrendo sobre a sua importância topográfica em relação ao Sistema Estomatognático.
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• Ortopedista Funcional e Ortodontista.
• Ministrador de Reabilitação Dinâmica e Funcional dos Maxilares na ABOM.
• Coordenador Geral e Membro Fundador do Grupo GEM.
• Presidente da SOMA – Sociedade Maurício Vaz de Lima.
Título da apresentação e breve resumo: Tratamento do Respirador Oral como Prevenção de Futuras Complicações Temporomandibulares
Nosso foco demonstra de forma inequívoca que a respiração oral, está relacionada ao mecanismo gerador de maloclusões e parafunções do sistema estomatognático. Na evolução de alguns distúrbios oclusais, destacamos as mordidas cruzadas ou invertidas, que são as causas mais freqüentes de Disfunções Temporomandibulares e sobre as quais o tratamento Ortopédico Funcional tem eficácia comprovada, reorganizando as funções alteradas e restabelecendo o equilíbrio do sistema estomatognático, com extensa e detalhada casuística.
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• PÓS-GRADUAÇÃO "LATO SENSU" EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL - UCCB
• MESTRE EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL FOB ( USP-BAURU)
• DOUTOR PELA USP- BAURU
• Professor dos Cursos de Pós-graduação do CEAO-Campus Moema da Universidade Cruzeiro do Sul, SOBRACOM/RS, SOBRESP/SP, IPOIN/RJ,
• Professor do Curso de Atualização da Universidade de Lisboa/Portugal
• Professor Convidado do Curso de Especialização em Ortodontia, FOB-USP.
• Membro da American Association of Orthodontics.
Título da apresentação e breve resumo:
INTER RELAÇAO ENTRE A ORTODONTIA E OS PROBLEMAS ARTICULARES
Abordaremos de forma clinica e cientifica, qual a relação entre as más oclusões e os problemas articulares, demonstrando por meio de artigos e casos clínicos com exames específicos, se existe ou não uma inter relação!
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Título da apresentação e breve resumo:
Biorregulação das funções celulares com OFM na fisiopatologia da ATM
As disfunções da articulação temporomandibular ( DTMs ) e os desarranjos internos (DI) têm sido muito pesquisadas e discutidas devido às grandes controvérsias existentes nesta área.
Os movimentos articulares dependem da forma e da conformidade da
superfície articular, da influência da restrição dos movimentos e da ação dos músculos que atuam em junção com a articulação. Os mecanismos de coordenação são organizadas no tronco cerebral mas os momentos dos movimentos rítmicos podem também ser ajustados por inputs periféricos, de modo a manter a coordenação entre a língua e a mandíbula.
Quando começam os problemas articulares, ocorre um desequilíbrio entre função e mudanças na forma, pode ocorrer uma remodelação pelo envolvimento de proteoglicanas e fibras colágenas. Todo o aumento de movimentos das ATMs, transmissão e distribuição de forças, acabam aumentando a força no osso subcondral, que é um dos responsáveis por sinais e sintomas da AO, que em pacientes com fatores sitêmicos envolvidos agrava o quadro.
A teoria de que os radicais livres gerados pelo estresse mecânico causa impacto nos tecidos da ATM, iniciando a cascata dos eventos moleculares (produção pró-inflamatória de citocinas, síntese e ativação das proteases, e catabolismo do ácido aracdônio) que levam às doenças degenerativas da ATM em indivíduos susceptíveis.
Se o efeito de degradação supera o de reparação, a osteoartrite (OA) começa a causar estágios mais elevados dentro do quadro clínico.Portanto, qualquer deteriorização das funções independentes pode causar alterações sinoviais gerando um ciclo vicioso, com erosão etc.
Na verdade, esta multiplicidade de fenômenos biologicamente interessantes, que permanece um mistério, tem levado a um novo campo da fisiologia oral especificamente relacionadas com o estudo das funções orais, ou seja, relacionadas com a tríade nervo trigêmeo, estímulos neuromusculares e histoquímica celular.
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• Graduado pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo – FOUSP – SP
• Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares - UNIARARAS
• Diretor do Departamento de Ortopedia Funcional dos Maxilares da APCD Central
• Membro da Academia Ibero latino Americana de Disfuncíon Craneo-Mandibular - AILDC
• Membro da Academia Brasileira de Fisiopatologia Cranio-Oro-Cervical – ABFCOC
• Professor dos Cursos de Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares – UNIARARAS e APCD Regional Jardim Paulista
• Ministrador de cursos de Ortopedia Funcional no exterior
Título da apresentação e breve resumo:
em breve
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• Mestre em Patofisiologia de Órgãos e Sistemas - Unimes – Santos, 2000;
• Mestre em Ortodontia – UNIARARAS. Araras 2011
• Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM) pelo CFO;
• Especialista em Disfunção Têmporo Mandibular e Dor Orofacial pelo CFO;
• Coordenador do curso de Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares- ABOMG
Título da apresentação e breve resumo: Qual o sucesso da Ortopedia Funcional dos Maxilares no tratamento da Disfunção Têmporo-mandibular, cefaléia e cervicalgia a curto e longo prazo?
Quando e como utilizá-la.
As controvérsias sobre tratamento de Disfunção Têmporo-mandibular (DTM) e da cefaléia já vem de longa data assim como a importância da oclusão. A Ortopedia Funcional dos Maxilares (OFM) é uma ferramenta extremamente útil no tratamento da DTM, porém como toda ferramenta tem seu sucesso condicionado às indicações e manejo corretos.
O emprego da OFM no tratamento da DTM, apesar de preconizado por inúmeros profissionais não tem seu real índice de sucesso conhecido nem a curto nem a longo prazo que torna cientificamente complexo sua aceitação.
O uso da OFM no tratamento da DTM deve ser preconizado diante de problemas crônicos, já que em pacientes sem experiência prévia de dor e disfunção, cervicalgia e cefaléia é indicado o tratamento conservador uma vez que pode ser apenas um episódio isolado e não se repetir durante a vida do indivíduo.
A alteração da função estomatognática pode levar a um processo de contratura protetora e algumas vezes caos funcional que tende a levar a uma sobrecarga músculo-articular. A presença de sinais e sintomas ocorre, principalmente, diante de alterações emocionais que levam a uma função aumentada da musculatura elevadora da mandíbula que, muitas vezes, ainda ocorre nas fibras musculares com vetor de contração incorreto.
Foi feito um levantamento dos pacientes tratados de DTM, cefaléia e/ou cervicalgia no consultório nos últimos 20 anos e analisado qual foi, a curto e longo prazo, o índice de sucesso, os tratamentos complementares mais comumente utilizados e os tipos de má oclusões mais prevalentes nos pacientes.
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• Doutora em Fisiologia pela UFMG
• Pesquisador pós-doutor pelo CNPq
• Pesquisador convidado da Universidade de Marmara, Turquia
• Pesquisador convidado da Universidade de Aveiro, Portugal
• Pesquisador colaborador da Universidade de Ioannina, Grécia
• Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares
• Pós-doutorado em Bioquímica e Imunologia pelo Instituo de Ciências Biológicas
Título da apresentação e breve resumo: Novos conceitos da biologia óssea e sua aplicabilidade clínica no uso de aparelhos ortopédicos funcionais
O uso de aparelhos ortopédicos funcionais no tratamento das desordens do desenvolvimento craniofacial tem sido alvo de grande controvérsia ao longo dos anos. O enfoque cientifico que rege hoje as ciências da saúde cujas praticas devem ser baseadas em evidências, nos faz buscar no conhecimento da fisiologia os subsídios para nossas praticas clinicas. A peculiaridade dos aparelhos funcionais é seu modo de ação. Eles não agem nos dentes como os aparelhos convencionais que usam elementos mecânicos tais como molas, elásticos, etc. Eles transmitem, eliminam ou guiam as forças naturais gerando um novo padrão de estrutura óssea que por conseqüência leva os dentes para uma nova posição. Considerando o tônus muscular como o maior e principal estímulo de crescimento ósseo, busca-se através da excitação de todo tipo de receptores periféricos, gerar uma resposta motora que levará a alteração na morfologia óssea. O conhecimento cada vez mais profundo de todos esses receptores periféricos, incluindo seu limiar de excitabilidade e sua capacidade de adaptação; a compreensão dos caminhos neurais envolvidos nessa percepção e a geração das respostas frente a essa percepção; bem como os passos envolvidos na transformação desse estímulo mecânico em sinal bioquímico que alterará a biologia óssea, é o que nos faz crer que o uso de aparelhos ortopédicos funcionais é um recurso terapêutico indiscutível e insubstituível dentro das suas indicações clínicas. O estado da arte atual da fisiologia óssea referenda seu uso. O uso de aparelhos ortopédicos funcionais no tratamento das desordens do desenvolvimento craniofacial tem sido alvo de grande controvérsia ao longo dos anos. O enfoque cientifico que rege hoje as ciências da saúde cujas praticas devem ser baseadas em evidências, nos faz buscar no conhecimento da fisiologia os subsídios para nossas praticas clinicas. A peculiaridade dos aparelhos funcionais é seu modo de ação. Eles não agem nos dentes como os aparelhos convencionais que usam elementos mecânicos tais como molas, elásticos, etc. Eles transmitem, eliminam ou guiam as forças naturais gerando um novo padrão de estrutura óssea que por conseqüência leva os dentes para uma nova posição. Considerando o tônus muscular como o maior e principal estímulo de crescimento ósseo, busca-se através da excitação de todo tipo de receptores periféricos, gerar uma resposta motora que levará a alteração na morfologia óssea. O conhecimento cada vez mais profundo de todos esses receptores periféricos, incluindo seu limiar de excitabilidade e sua capacidade de adaptação; a compreensão dos caminhos neurais envolvidos nessa percepção e a geração das respostas frente a essa percepção; bem como os passos envolvidos na transformação desse estímulo mecânico em sinal bioquímico que alterará a biologia óssea, é o que nos faz crer que o uso de aparelhos ortopédicos funcionais é um recurso terapêutico indiscutível e insubstituível dentro das suas indicações clínicas. O estado da arte atual da fisiologia óssea referenda seu uso.
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• Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial e Cirurgia Buco-Maxilo-Facial.
• Professor dos Cursos de Pós-graduação do Campus Moema da Universidade Cruzeiro do Sul,
• Professo da SOBRACOM/RS, SOBRESP/SP e IPOIN/RJ.
Título da apresentação e breve resumo:
A RELAÇÃO ENTRE ORTODONTIA X DTM.
Esta palestra visa apresentar a visão da ortodontia e seu envolvimento direto e indireto com as patologias da disfunção articular, classificando os fatores etiológicos, os fatores de risco na oclusão, propondo alternativas terapêuticas, dentro dos limites ortodônticos.
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Em breve!
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• Mestre e Doutor em Prótese Dental pela Universidade de São Paulo, Brasil
• Membro do Serviço de Oclusão e ATM - SOA-USP, Universidade de São Paulo, Brasil
• Coordenador do Curso de Especialização em Prótese Dentária, CIODONTO - PI, Brasil
• Especialista em Dor Orofacial e Disfunção Temporomandibular, Conselho Federal de Odontologia, Brasil
• Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares, Conselho Federal de Odontologia, Brasil
• Especialista em Prótese Dentária, Universidade de São Paulo, Brasil
• Ex-Presidente e Membro Fundador da Academia Brasileira de Fisiopatologia Crânio-Oro-Cervical - ABFCOC
• Medalha de Mérito e Diploma Profissional "Dr. Luis César Pannain "Sindicato dos Cirurgiões-Dentistas do Estado de São Paulo, Brasil, 2009
• Prêmio de Mérito "Dr. Emil Adib Razuk", Sociedade Paulista de Ortodontia, Brasil, 2006
• Research Fellow na Universidade Gakkuin Aichii, Japão, 1999
• Estágio com o Dr. Pedro Planas - Espanha e Dr. Antoon de Laat - Bélgica
Título da apresentação e breve resumo:
Quando tratar DTM com OFM? - OFM e Placas Interoclusais no tratamento das DTMs. - Terapia Funcional em DTM
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• Especialista em Ortopedia Funcinal dos Maxilares
• Prof.do curso de Especialização em Ortopedia Funcional dos Maxilares da UNIARARA
• Prof. do curso de Especialização em Ortopedia Funcional dos
Maxilares da ABO Brasília
• Prof. do curso de Especialização em Ortopedia
Funcional dos Maxilares da SOBRACOM
• Membro fundador da Associação Brasileira de Fisiopatologia
Cranio Oro cervical - ABFCOC
• Membro da Academia Iberolatino Americana de Disfunção Crânio Mandibular – AILDC
• Autor de capítulos em livros especializados
Título da apresentação e breve resumo: Por que a inclinação lateral de cabeça deveria ser melhor analisada nos tratamentos ortopédicos funcionais e ortodônticos
O crescente interesse pelo binômio postura / oclusão, devido a uma maior incidência de dores na cabeça, pescoço e ATM em pacientes com problemas oclusais, faz com que devamos pensar melhor leva um problema facilmente observável em nossos pacientes : a inclinação lateral de cabeça.
É muito comum, se nos preocuparmos em observar, que pacientes tanto no início quanto ao final do tratamento Ortopédico Funcional e/ou Ortodôntico, sejam portadores de uma inclinação lateral da cabeça, mesmo com uma aparente boa oclusão.
A inclinação lateral da cabeça não pode e nem deve ser considerada normal, pois pode ser conseqüência de alguma alteração posicional ou de desalinhamento entre C0/C1/C2. As relações anatômicas dessas vértebras e delas com as estruturas vizinhas fazem com que alterações em seus posicionamentos possam provocar irritação direta, compressão ou tração de nervos e vasos sanguíneos ao redor da base do crânio. Mudanças na posição da cabeça geram tensões nos músculos que a sustentam. A ação dos músculos escalenos e esternocleidomastoideos se tornam diferentes de um lado e do outro. Haverá uma compressão do plexo braquial, que passa por entre esses músculos, do lado para o qual a cabeça está inclinada e um alongamento do lado oposto. Esse estiramento e compressão nos plexos podem prejudicar a qualidade de informação (sinapse), com consequente atenuação ou amplificação dos sinais nervosos. Além disso, a inclinação lateral da cabeça, altera a relação condilo-disco-fossa articular, que trará como consequência uma alteração na dinâmica mandibular. Portanto, a inclinação lateral da cabeça pode ter repercussões muito mais significativas do que simplesmente uma “inclinação de cabeça”. O diagnóstico precoce de algum desalinhamento entre C0/C1/C2 poderá evitar muitos desses problemas descritos, que se evidenciarão na idade adulta e que nem imaginávamos poder ser esta a causa.
Este é um convite para uma reflexão sobre o assunto e para que a avaliação da posição da cabeça passe cada vez mais a fazer parte do diagnóstico, seja ele, Ortodôntico e/ou Ortopédico Funcional.
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